Dr. Maxiel Ferrari

Dr. Maxiel Ferrari

PSIQUIATRA (área de atuação: Psiquiatria da Infância e Adolescência)

Membro Associado da Associação Brasileira de Psiquiatria

Membro Associado da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil e Profissões Afins

Atuou, como Psiquiatra Infantil, na AMAES, APAE e CAPSi de Vitória

Mais de 8 anos de Experiência como Psiquiatria

Formação

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Espírito Santo

Psiquiatra pelo Instituto Philippe Pinel – Rio de Janeiro

Psiquiatra da Infância e Adolescência pelo Centro Psíquico da Adolescência e Infância CEPAI/FHEMIG – Belo Horizonte

Pós graduado em Dislexia, Discalculia e Distúrbios de Leitura e Escrita – Unyleya

Membro Associado da Associação Brasileira de Psiquiatria

Membro Associado da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil e Profissões Afins

Psiquiatra da Infância e Adolescência no HIMABA

Professor de Psiquiatria da Multivix

Professor de Pós Graduação em Psiquiatria na IPEMED/Afya

Atuou como Psiquiatra infantil na CAPSi de Vitória de 2020 a 2022 

Atuou como Psiquiatra infantil na APAE de Vitória durante o ano de  2021

Atuou como Psiquiatra infantil na AMAES de  Vitória durante o ano de 2022

Transtorno do espectro autista (TEA) acomete 1 em cada 36 pessoas, acomete muito mais meninos, em 10 pessoas autista, 8 são meninos e 2 são meninas. Meninas Tendem a ‘camuflar’ o sinais/sintomas e são menos diagnosticadas.

 TDAH afeta 4% da população, e pode ser do tipo predominantemente desatento, predominantemente hiperativo e combinado (quando é tanto hiperativo quanto desatento).

Depressão em crianças e adolescentes, na maioria das vezes, apresenta-se com irritabilidade, reclusão (ficar muito no quarto, por exemplo) e alteração do sono (mais ou menos sono que o padrão no normal. Nem sempre tem tristeza!

Entre os pacientes com o TEA, 60 a 80% tem TDAH. Ou seja, para cada 10 pacientes autistas, 6 a 8 tem também TDAH. Logo, nem sempre é hiper estímulo sensorial, pode ser que a criança tenha TDAH.

Quem sou eu?

Sempre fui muito falante, daquelas crianças que gostam de perguntar sobre tudo e, também, explicar sobre tudo – e só foi aumentando na adolescência, quando já comecei a tomar gosto em assuntos que envolviam o cérebro e a mente. Ao chegar ao vestibular, escolhi fazer medicina, já inclinado para o caminho da neurologia ou psiquiatria.

Ao passar pelo ambulatório de psiquiatria do Hospital das Clínicas da UFES, não tive dúvida: psiquiatria era meu caminho!

Hoje, uso toda minha “falância” para explicar da melhor forma para meus pacientes como podemos ajuda-lo, tirar toda e qualquer dúvida e acolher meus pacientes. Psiquiatria é minha grande Paixão!

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